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A Música dos Portugueses | Rui Dinis | 2004

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    Este é um Especial dedicado a Vera Marmelo e ao seu primeiro objecto fotográfico, um caderno de posters, zine, revista ou jornal, com 13 retratos de músicos portugueses. Tudo numa edição limitada. Será um especial de 13 dias, com fotos e palavras da própria Vera Marmelo. E há Nick Nicotine na área! NICK NICOTINE | OUVIR Fotografei o Nick no seu estúdio. Depois deste retrato voltei a fotografá-lo lá mais mil vezes. Sou uma presença assídua no King. Sou uma entusiasta da música do Nick e de todo o seu trabalho com o Barreiro Rocks e mais mil projectos em que se vai metendo. Estou convencida que muito da maneira como faço as coisas e me envolvo nelas se deve à cidade onde cresci e onde ainda hoje moro. Uma cidade feita de pessoas que se mexem e se motivam. O Nick é, desde sempre, o cool kid in town que eu continuo a querer copiar. Vera Marmelo

    O post Especial: Nick Nicotine por Vera Marmelo aparece primeiro no A Trompa.


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    Este é um Especial dedicado a Vera Marmelo e ao seu primeiro objecto fotográfico, um caderno de posters, zine, revista ou jornal, com 13 retratos de músicos portugueses. Tudo numa edição limitada. Será um especial de 13 dias, com fotos e palavras da própria Vera Marmelo. Hoje, a fotografada é Sara Serpa: SARA SERPA | OUVIR Cruzei-me com a Sara pela primeira vez num concerto da Culturgest. Amigos da Trem Azul tinham-me pedido um par de fotografias para serem usadas na capa dum disco dela. Fizemos essas fotografias num bocadinho demasiado rápido. Numa das suas vindas a Lisboa e antes do regresso a Nova Iorque fizemos outras, perdidas pelas ruas de Alfama. Pouco tempo depois fotografei também o marido da Sara, o guitarrista André Matos. Foi um encontro muito feliz, “patrocinado” por pessoas de quem gosto muito. Vera Marmelo

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    Este é um Especial dedicado a Vera Marmelo e ao seu primeiro objecto fotográfico, um caderno de posters, zine, revista ou jornal, com 13 retratos de músicos portugueses. Tudo numa edição limitada. Será um especial de 13 dias, com fotos e palavras da própria Vera Marmelo. E chegámos à foto de Márcia. MÁRCIA | OUVIR Conheço a Márcia há muito tempo. Antes dos sucessos, dos duos com o JP e com o Sami. Temos como ponto de ligação o BFachada. Combinamos fazer este retrato, num instantinho, dum sábado de tarde. Foi rápido mas ainda deu tempo para tirar umas fotos à menina que dá nome à canção. Ficou ali combinado que iria fotografar as sessões de gravação do disco que agora se ouve por aí. E assim foi, passadas umas semanas voltava ao Golden Pony para fotografar a gravação do novo Casulo. Fruto desses dias descobri um dos meus restaurantes favoritos de Lisboa. Que, a pedido do Magalhães e do Eduardo do Pony, permanecera em segredo. Vera Marmelo

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    Este é um Especial dedicado a Vera Marmelo e ao seu primeiro objecto fotográfico, um caderno de posters, zine, revista ou jornal, com 13 retratos de músicos portugueses. Tudo numa edição limitada. Será um especial de 13 dias, com fotos e palavras da própria Vera Marmelo. Já quase no fim, Celina da Piedade… CELINA DA PIEDADE | OUVIR A Celina faz parte do meu imaginário de adolescente. Comecei a ir, ainda nos tempos de faculdade, ao festival Andanças. Outras histórias da minha vida. Conheci a Celina no dia em que fizemos esta fotografia. Foi a única dos escolhidos que não conhecia pessoalmente. A ideia da menina doce, que trazia das lembranças das noites em São Pedro Sul, bateram certinhas. Vera Marmelo

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    Este é um Especial dedicado a Vera Marmelo e ao seu primeiro objecto fotográfico, um caderno de posters, zine, revista ou jornal, com 13 retratos de músicos portugueses. Tudo numa edição limitada. Será um especial de 13 dias, com fotos e palavras da própria Vera Marmelo. Amanhã acaba mas hoje ainda há tempo para a fotografia de Héber Marques (HMB). HÉBER MARQUES | OUVIR O Héber é o vocalista de um dos meus guilty pleasures de 2012, os HMB. Os HMB têm o seu próprio fotógrafo que eu conheço há uns tempos, o Hugo Moura. No entanto o Hugo foi de férias e passou-me a pasta de fotografar um dos concertos dos rapazes. Foi numa tarde de chuva pesada que estivemos na Lx-Factory. Foi nesse início de tarde que fiz este retrato ao Héber. Solene e tranquilo, tal como é tão característico no rapaz. O concerto foi óptimo, claro. E o Hugo nunca mais me deixou chegar perto deles. Vera Marmelo

    O post Especial: Héber Marques por Vera Marmelo aparece primeiro no A Trompa.


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    Este é um Especial dedicado a Vera Marmelo e ao seu primeiro objecto fotográfico, um caderno de posters, zine, revista ou jornal, com 13 retratos de músicos portugueses. Tudo numa edição limitada. Será um especial de 13 dias, com fotos e palavras da própria Vera Marmelo. E pronto, já está. Termino com a foto de Alex D’Alva Teixeira. ALEX D’ALVA TEIXEIRA | OUVIR Esta história já o Alex a contou. Conheci-o no barco, fotografei-o pela primeira vez na estação onde esse barco atraca. E conversámos já muitas horas dentro desses barcos. Tenho vindo a acompanhar de muito perto o talento crescente deste rapaz, deste amigo e protegido. Durante a segunda metade de 2011 posso garantir que ele e o Ben Monteiro, com quem está a fazer o seu tão aguardado disco, eram as pessoas com quem mais partilhava o meu tempo. Temos muitas fotografias dessa altura, mas estou certa que muitas mais estão para vir. Tirámos esta fotografia numa tarde de sol, à beira do rio, na Moita. O Alex apareceu de skate e eu de bicicleta. Vera Marmelo

    O post Especial: Alex D’Alva Teixeira por Vera Marmelo aparece primeiro no A Trompa.


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    João Afonso está de volta aos álbuns de originais. Depois de uma belíssima homenagem a José Afonso, seu tio, materializada com um espectáculo e consequente disco, “Um Redondo Vocábulo” (Edição de Autor, 2009), João Afonso editou ontem o seu novo álbum. O disco chama-se “Sangue Bom” e para além da música de João Afonso, traz a poesia de José Eduardo Agualusa e Mia Couto. A trompa inicia hoje um especial de cinco dias dedicado a este excelente disco. São três perguntas e respostas a lançar diariamente, num total de 15. Eis a primeira parte: O último disco de originais do João Afonso data já de 2006, como foi gravar um novo disco de originais passados todos estes anos? Algumas novas sensações? Há sempre sentimentos e sensações novas , fruto de processos diferentes de produção. Foi um disco intenso e de grande entrega. Houve um disco pelo meio : “Um redondo vocábulo” que apesar de não ser da minha autoria abracei-o como se o fosse. Voltando um pouco mais atrás, a estreia com o álbum “Missangas” em 1997 foi verdadeiramente fulgurante, cheia de prémios e boas críticas. Que melhores memórias guarda desse tempo? As melhores memórias estão relacionadas com os inúmeros concertos que o “Missangas” me proporcionou a mim e aos meus colegas de estrada. A ida a Macau e o concerto num anfiteatro em Goa é o que me vai à cabeça. Lembro-me depois de num concerto em Moçambique aparecer-nos um puto na rua a vender música de Maputo e entre eles o “Missangas”, pirateado. Não acreditava que era eu o “rapaz” da capa com o cão. A certa altura perguntou-me pelo cão e ganhou… Em “Outra Vida” (2006), há de certa forma um novo caminho que se traça, não só pelo papel importante de João Lucas (produtor, director musical e responsável pelos arranjos) mas também pela introdução de outros instrumentos. O novo “Sangue Bom” segue de alguma forma esse caminho da descoberta? Como? O “Outra vida” é um grande trabalho do João Lucas e com um som diferente. Aliás, eu creio que todos os meus discos têm características diferentes e um cunho próprio. O “Sangue bom” é um trabalho com uma multiplicidade de universos e acho que se deve ao trabalho dedicado e de bom gosto do produtor , o meu amigo, Vitor Milhanas. Esse som do disco deve-te também a uma colaboração variada e diversa de músicos que generosamente colaboraram e a eles devo este disco. O Vitor, por exemplo, com a sua programação rítmica, com o trabalho excelente de percussão do Quiné, mais as guitarras fabulosas do António Pinto e do Miguel Fevereiro, mais os teclados do Fausto Ferreira…e claro, as vozes do meu irmão António (Continua…). [WORLD | OUVIR]

    O post João Afonso fala sobre “Sangue Bom” – Parte I aparece primeiro no A Trompa.


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    João Afonso está de volta aos álbuns de originais e deixou-nos algumas palavras sobre o mesmo. Segue-se a segunda parte dessa ‘conversa': Ler também: Parte I | Quando o João Afonso olha para este novo álbum, e não apenas em relação a “Outra Vida”, que principais diferenças se podem encontrar em relação a tudo o que já editou? Procurei e procurámos outras sonoridades e claro, este disco em relação aos outros não tem a minha autoria nos poemas mas sim de dois grandes amigos e grande escritores , O Zé Eduardo Agualusa e o Mia Couto.  Uma questão mais rápida e que serve para entrarmos em definitivo no novo disco: Que “Sangue Bom” é este? “Sangue bom” é  construído como uma narrativa de histórias e mistérios de Mia Couto e de José Eduardo Agualusa com a minha musicalidade e do Vitor Milhanas e de todos os músicos . A riqueza dos arranjos do Vitor realça, a meu ver, a sonoridade lusófona deste disco. Por onde viaja e respira este “Sangue Bom”; em Portugal, Angola, Moçambique, na diáspora lusa, no mundo? “Sangue bom ” viaja por essa sonoridade lusófona vestida por kissanges e guitarras, marimbas e adufes… o Brasil e até a Galiza estão presentes com o Fred Martins e o Anxo Pintos. Sangue bom que vive com a força das palavras de Mia e de Agualusa.  Eu próprio sinto-me luso. Moçambicano e confesso que me identifico tanto com muitas das letras/poemas dos dois que os considero um pouco minhas quando as canto (Continua…). [WORLD | OUVIR]

    O post João Afonso fala sobre “Sangue Bom” – Parte II aparece primeiro no A Trompa.


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    Ler também: Parte I | Parte II | Como e quando surgiu a ideia de convidar dois tão proeminentes nomes da literatura lusófona – Mia Couto e José Eduardo Agualusa – para fazerem as poesias do novo disco? Sou amigo e admirador de ambos. Pela obra que tem, pela forma e conteúdo com que escrevem e pela forma corajosa de serem e estarem. Há uns anos fui inicialmente desafiado pelo Mia em Tondela. Depois o Zé Eduardo Agualusa juntou-se a nós e foi um processo dinâmico e partilhado . É um orgulho e uma honra este projecto ser com eles. Os temas do amor, da amizade, da fraternidade e da infância, são alguns dos temas das músicas do disco. Houve alguma ligação entre os letristas? Como se gerou este processo? O Mia Couto e o Agualusa são amigos e partilham o dom de escreverem duma forma mágica, poética e profunda. Esses temas universais, a infância (na grande casa branca) , o amor e desamor, a separação, a terra quente da estrada do Sumbe, a vida no seu mais introspectivo sentido em sementes, a dor e o tempo, etc. São todos poemas com os quais me identifico.  “Sangue Bom” é também um disco de convidados, um disco de partilha tanta a gente interessante envolvida nele; Stewart Sukuma, Aline Frazão e Fred Martins são apenas algumas das vozes, já que os músicos são inúmeros. Como se conseguiu gerir todo este processo? O Stewart Sukuma é um dueto especial pois sou de Moçambique e é um amigo e grande artista de Maputo por quem tenho grande admiração. Angola tinha que estar presente na voz (também já com a colaboração de grandes músicos como o Mário Rui) de Aline Frazão , uma voz magnífica e grande compositora e amiga. O Brasil também está presente com o meu grande amigo Fred Martins , também ele grande compositor e cantor. A Galiza também está presente e bem representada com o meu grande amigo Anxo Pintos, grande maestro e músico (Continua…). [WORLD | OUVIR]

    O post João Afonso fala sobre “Sangue Bom” – Parte III aparece primeiro no A Trompa.


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    Ler também: Parte I | Parte II | Parte III | Imaginando que apenas podia aconselhar um dos temas do disco, que tema me aconselharia desde logo a ouvir e que melhor sintetiza o espírito do disco? O single “Lagarto” ou outro? Porquê? O “Lagarto” pela sonoridade , o “Sangue bom” pelo apelo à lusofonia, sem preconceitos, contra a descriminação. O que podem esperar as pessoas que forem ver o espectáculo ao vivo de João Afonso? Podem esperar uma entrega total , sentida e vivida com os meus companheiros de estrada com quem tentarei respeitar e transmitir os universos das canções que no disco existem. “Vamo-nos divertir” certamente. A sua ligação a Espanha é desde há muito tempo algo muito forte. Como sente essa ligação? Vai-se manter com o novo disco? A minha ligação a Espanha é a nível profissional e pessoal. Continua a ser o País onde mais trabalho e realço naturalmente a Galiza. Mas por toda a Espanha continuo a colaborar em vários projectos. Espero em breve ver o “Sangue bom” lá editado, e continuar a trabalhar com amigos como o Luis Pastor, a Uxía, o Anxo Pintos, Pedro Guerra, Kepa Junkera ou Javier Ruibal. [WORLD | OUVIR]

    O post João Afonso fala sobre “Sangue Bom” – Parte IV aparece primeiro no A Trompa.


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    Ler também: Parte I | Parte II | Parte III | Parte IV | Como é que o João Afonso olha para a Internet e para o seu papel cada vez mais relevante na indústria musical de hoje? A Internet neste disco teve um papel fundamental . Para além da amizade e generosidade de inúmeros músicos amigos, muitos fizeram-no à distância gravando nos

    O post João Afonso fala sobre “Sangue Bom” – Parte V aparece primeiro no A Trompa.


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    A trompa começa hoje um Especial dedicado aos Plaza e ao seu novo disco, “All Together” (Ed. Autor, 2014). Serão 12 perguntas a serem respondidas durante 3 dias. Eis o primeiro pack: Lê-se na nota de imprensa do vosso novo disco, “”All Together”, um disco do outro mundo!”. Que mundo é este? Um mundo que

    O post Especial Plaza, “All Together” I aparece primeiro no A Trompa.


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    Ler Parte I Sendo possível identificá-las, de uma forma clara, que principais mensagens pretendem transmitir com o novo disco? De certa maneira a resposta à vossa primeira questão já elucida um pouco esta pergunta, mas se formos por partes, ou antes por canções, posso dar um exemplo com o “Modern world” (um dos temas deste

    O post Especial Plaza, “All Together” II aparece primeiro no A Trompa.


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    Ler Parte I | Ler Parte II Que sensações esperam que as pessoas retirem da audição do vosso novo disco? As melhores sensações possíveis e impossíveis. Deixem-se ir… Como é que os Plaza olham para a Internet e para o seu papel cada vez mais relevante na indústria musical de hoje? A internet é um instrumento

    O post Especial Plaza, “All Together” III aparece primeiro no A Trompa.


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    Tio Rex, também conhecido como Miguel Reis, é um cantautor Setubalense que, recorrendo a delicadas composições de guitarra e munido de uma voz grave, tem vindo a construir o seu próprio imaginário autobiográfico, que, de disco para disco, vai ganhando novos capítulos e abordagens alusivas ao mundo que o rodeia. É desde 2012 que os

    O post Especial: “Ensaio Sobre A Harmonia” de Tio Rex aparece primeiro no A Trompa.


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    A trompa inicia hoje um enorme especial com um dos músicos mais talentosos do jazz nacional da actualidade. De 2002 a 2015 vão 14 anos, vão 15 discos que ilustram com brilhantismo a carreira do saxofonista Rodrigo Amado. A trompa convidou e Rodrigo Amado aceitou. Durante 15 dias, Rodrigo Amado vai falar-nos de toda a

    O post [Especial Rodrigo Amado] “Live LxMeskla” com Lisbon Improvisation Players, 2002 aparece primeiro no A Trompa.


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    Hoje, Rodrigo Amado leva-nos até aos dias do seu primeiro encontro em disco com Carlos Zíngaro e Ken Filiano. Estávamos em 2003 e o disco chama-se “The Space Between”. Rodrigo Amado, Carlos Zíngaro e Ken Filiano – “The Space Between” (Clean Feed, 2003) Os cerca de quatro anos e meio que passei na editora e distribuidora Trem

    O post [Especial Rodrigo Amado] “The Space Between” com Rodrigo Amado, Carlos Zíngaro e Ken Filiano, 2003 aparece primeiro no A Trompa.


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    E eis que em 2004, Rodrigo Amado volta a juntar os Lisbon Improvisation Players, agora com Steve Adams, Ken Filiano e Acácio Salero. Foram assim os dias de “Motion”. Lisbon Improvisation Players – “Motion” (Clean Feed, 2004) Gravado em Agosto de 2002 nos estúdios Musicorde, em Campo de Ourique, este álbum marcou uma época em que eu

    O post [Especial Rodrigo Amado] “Motion” com Lisbon Improvisation Players, 2004 aparece primeiro no A Trompa.


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    Em 2006 e mantendo um ritmo de edições assinalável, Rodrigo Amado voltava à carga com os Lisbon Improvisation Players, agora na companhia de Dennis Gonzalez, Pedro Gonçalves, Bruno Pedroso e Ulrich Mitzlaff. Sobre esse, o músico diz-nos: Lisbon Improvisation Players – “Spiritualized” (Clean Feed, 2006) Gravado em 2004 nos estúdios Cha Cha Cha, em Miraflores, o terceiro álbum

    O post [Especial Rodrigo Amado] “Spiritualized” com Lisbon Improvisation Players, 2006 aparece primeiro no A Trompa.


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    Ainda em 2006, Rodrigo Amado voltaria a surpreender-nos com um novo disco, agora na companhia de Kent Kessler e Paal Nilssen-Love. O disco chama-se “Teatro”: Rodrigo Amado, Kent Kessler e Paal Nilssen-Love – “Teatro” (European Echoes, 2006) Gravado em Fevereiro de 2004 no Teatro São João, no Porto, Teatro marca o início de uma nova fase na minha

    O post [Especial Rodrigo Amado] “Teatro” com Rodrigo Amado, Kent Kessler e Paal Nilssen-Love, 2006 aparece primeiro no A Trompa.


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